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📍 Nova Orleans

O que fazer em Nova Orleans: 10 paradas escolhidas

O toldo verde e branco do Café du Monde, no French Market de Nova Orleans

Foto: Jeremy Thompson, CC BY 4.0, via Wikimedia Commons

Um roteiro com 10 paradas em Nova Orleans, Estados Unidos: o que visitar, onde comer, onde tomar café e onde beber. Cada parada traz o endereço completo e o motivo de valer o desvio, para você montar o dia na ordem que fizer sentido.

As paradas

  1. Jackson Square
  2. The National WWII Museum
  3. Antoine's Restaurant
  4. Galatoire's Restaurant
  5. Café du Monde (Original French Market Coffee Stand)
  6. French Truck Coffee
  7. Lafitte's Blacksmith Shop Bar
  8. Carousel Bar & Lounge (Hotel Monteleone)
  9. Sazerac Bar (The Roosevelt Hotel)
  10. Preservation Hall

O que visitar

1. Jackson Square

Jackson Square com a estátua equestre de Andrew Jackson, em New Orleans
Foto: Wikimedia Commons

Era a Place d'Armes francesa, traçada em 1721, e ganhou o nome atual em 1815 em homenagem ao general Andrew Jackson. Hoje sua grade de ferro vira galeria a céu aberto, com artistas locais expondo quadros ao redor da estátua equestre no centro.

Endereço: Jackson Square, 700 Chartres St, New Orleans, USA

2. The National WWII Museum

Fachada do National WWII Museum em New Orleans
Foto: Wikimedia Commons

O museu reúne aviões, tanques e depoimentos sobre a Segunda Guerra Mundial — e está em New Orleans porque foi ali que os barcos de desembarque usados no Dia D foram projetados e construídos. Aberto todos os dias, é parada e tanto pra quem gosta de história.

Endereço: 945 Magazine St, New Orleans, USA

Onde comer

3. Antoine's Restaurant

Fachada do restaurante Antoine's, na St. Louis Street, em Nova Orleans
Foto: Fotografia de domínio público, via Wikimedia Commons

Em 1840, Antoine Alciatore abriu um negócio em Nova Orleans que era metade restaurante, metade pensão — hospedava imigrantes e marinheiros mercantes, e alimentava quem passasse. O empreendimento cresceu, mudou para o endereço atual na St. Louis Street e nunca saiu das mãos da família. Quase dois séculos depois, o Antoine's é o restaurante familiar mais antigo em operação nos Estados Unidos, hoje na quinta geração de descendentes do fundador.

A lista do que aconteceu enquanto ele continuava servindo é mais impressionante que a idade: a Guerra Civil, duas guerras mundiais, a Lei Seca, a Grande Depressão e o furacão Katrina. O modelo de pensão foi abandonado no fim do século XIX, quando Jules, filho do fundador, assumiu o comando e transformou a casa em restaurante em tempo integral.

Foi também Jules quem criou o prato que tornou o endereço famoso fora da cidade. Faltava escargot, e ele improvisou com o que Nova Orleans tinha de sobra: ostras. O resultado foi um molho verde tão rico que o prato ganhou o nome do homem mais rico do país na época — Oysters Rockefeller. A receita nunca foi divulgada. Continua sendo segredo de família, e quem tenta reproduzir o prato está chutando os ingredientes.

O salão principal é apenas um dos vários ambientes da casa, que ocupa um conjunto de salas com décadas de memória acumulada em paredes, menus antigos e retratos. É um restaurante formal, do tipo em que o garçom conhece o cardápio de cor porque ele quase não muda — e essa, no fim, é a mesma razão pela qual ele ainda existe.

Endereço: 713 St. Louis St, New Orleans, LA 70130, Estados Unidos

4. Galatoire's Restaurant

Fachada do restaurante Galatoire's na Bourbon Street, em New Orleans
Foto: Wikimedia Commons

Jean Galatoire comprou o antigo Victor's Restaurant na Bourbon Street em 1905 e deu seu nome à casa, trazendo receitas da França natal. Hoje é comandado pela quarta geração da família e já levou o prêmio de Restaurante do Ano da James Beard Foundation.

Endereço: Galatoire's Restaurant, 209 Bourbon St, New Orleans, USA

Onde tomar café

5. Café du Monde (Original French Market Coffee Stand)

O toldo verde e branco do Café du Monde, no French Market de Nova Orleans
Foto: Jeremy Thompson, CC BY 4.0, via Wikimedia Commons

O Café du Monde abriu em 1862, no French Market. A data merece uma pausa: era o auge da Guerra Civil Americana, e Nova Orleans estava sob ocupação das tropas da União. Começar um negócio de café numa cidade ocupada é o tipo de decisão que costuma durar pouco. Essa durou mais de 160 anos, no mesmo endereço.

O cardápio explica boa parte da longevidade, porque quase não existe. São quatro itens: café de torra escura com chicória, beignets, leite e suco de laranja. Nada mudou de lugar, nada foi reinventado por consultoria. Quem senta nas mesinhas sob o toldo verde e branco pede uma das duas coisas possíveis e acabou.

A chicória é a parte que confunde forasteiro. A raiz torrada e moída entrou no café na França como forma de esticar o grão em épocas de escassez, e chegou à Luisiana com os colonos franceses. Em vez de ser abandonada quando o café voltou a sobrar, virou identidade: o café com chicória tem corpo mais denso e um amargor terroso que, misturado a leite quente em partes iguais, produz o café au lait que a cidade adotou como próprio.

O beignet é um sonho quadrado, frito, sem recheio e sem furo, servido embaixo de uma camada de açúcar de confeiteiro tão generosa que é impossível comer sem sujar a roupa. Vem sempre em três. Existe um código não escrito entre frequentadores: não se sopra o açúcar, e não se usa roupa preta.

Por décadas a casa funcionou 24 horas por dia, e ainda hoje resume a própria escala numa frase: só fecha no Natal e quando um furacão passa perto demais de Nova Orleans. Os horários foram encurtados nos últimos anos, então vale conferir antes de aparecer de madrugada — mas a regra do Natal e do furacão continua sendo a melhor descrição do lugar.

Endereço: 800 Decatur St, New Orleans, LA 70116, Estados Unidos

6. French Truck Coffee

Fachada da French Truck Coffee na Lower Garden District, em New Orleans
Foto: Wikimedia Commons

Geoffrey Meeker fundou a torrefação em 2012, torrando os primeiros grãos na lavanderia de casa, no bairro de Carrollton. Hoje a loja da Lower Garden District é parada certa pra um café coado antes de sair andando pela cidade.

Endereço: French Truck Coffee, 1200 Magazine St, New Orleans, USA

Onde beber

7. Lafitte's Blacksmith Shop Bar

Fachada do Lafitte's Blacksmith Shop, na esquina da Bourbon com a St. Philip, em Nova Orleans
Foto: Infrogmation of New Orleans, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

Na esquina da Bourbon com a St. Philip existe um prédio baixo, de tijolo aparente entre postes de madeira — a técnica colonial francesa chamada briquette-entre-poteaux — que se apresenta como a estrutura mais antiga usada como bar nos Estados Unidos. É uma afirmação forte, e vale destrinchar, porque a versão oficial e o cartório não combinam.

O bar diz que a construção é de algum ponto entre 1722 e 1732, obra de Nicolas Touzé. A lenda que dá nome à casa vai adiante: os irmãos Jean e Pierre Lafitte, corsários e contrabandistas que operavam a partir da Barataria, teriam usado a ferraria como fachada para lavar o produto do saque. É uma história ótima. O problema é que o jornal Times-Picayune apontou documentos legais que datam o prédio de 1772 — meio século depois do que o bar afirma. E Pierre Lafitte só chegou à Luisiana em 1803.

Tem mais: o primeiro registro de licença para funcionar como bar naquele endereço é de 1933, quando Mary Collins, Thomas Caplinger e Harold Bartell abriram ali um restaurante chamado Café Lafitte. Ou seja, a função de bar é documentada a partir do fim da Lei Seca, não do século XVIII.

Nada disso torna o lugar menos notável. Mesmo pela data conservadora, 1772, a estrutura é anterior à independência dos Estados Unidos e sobreviveu aos dois grandes incêndios que consumiram o French Quarter no fim do século XVIII — o que é, por si só, raro. Em 1970 o prédio foi declarado National Historic Landmark.

Por dentro, o bar aposta na atmosfera: pouca luz elétrica, velas, paredes de tijolo à mostra e nenhum esforço para parecer novo. É o contraste mais brusco possível com o resto da Bourbon Street, a poucos metros dali.

Endereço: 941 Bourbon St, New Orleans, LA 70116, Estados Unidos

8. Carousel Bar & Lounge (Hotel Monteleone)

O balcão giratório do Carousel Bar, no Hotel Monteleone, em Nova Orleans
Foto: Carnaval.com Studios, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons

O bar do Hotel Monteleone tem 25 lugares e uma peculiaridade mecânica: o balcão gira. Não é metáfora nem efeito de bebida. Instalado em 1949, o Carousel Bar assenta sobre 2.000 roletes de aço movidos por um motor de um quarto de cavalo, e completa uma volta inteira a cada 15 minutos.

A velocidade é o detalhe bem calculado. É lenta o suficiente para que ninguém sinta enjoo, e rápida o bastante para que, ao terminar um drinque, o cliente perceba que está olhando para outra parede. Quem chega e senta de costas para a entrada sai de frente para ela sem ter se mexido.

O bar nasceu colado ao Swan Room, um supper club aberto em 1938 que recebia gente como Liberace e Andy Griffith e concentrava a vida social da cidade. A decoração foi pensada como brinquedo de parque — toldo listrado, banquetas em círculo — e o carrossel que cobre o balcão hoje veio numa reforma de 1992.

O hotel em volta tem crédito próprio. Em 1999 o Monteleone foi declarado marco literário nacional pela Friends of Libraries USA, honraria que apenas três hotéis do país carregam. Passaram por ali William Faulkner, Tennessee Williams, Ernest Hemingway, Sherwood Anderson, Eudora Welty e Anne Rice. Williams pôs o hotel dentro de A Rosa Tatuada, de 1951.

A melhor história da casa, porém, é de Truman Capote. A mãe dele entrou em trabalho de parto hospedada no Monteleone e foi levada por funcionários até o hospital Touro, onde ele nasceu. Capote virou frequentador do Carousel Bar e passou a contar aos vizinhos de balcão que havia nascido ali dentro — um exagero que ele mesmo achava graça em repetir, e que por pouco não foi verdade.

Endereço: 214 Royal St, New Orleans, LA 70130, Estados Unidos

9. Sazerac Bar (The Roosevelt Hotel)

Interior do Sazerac Bar, no Roosevelt Hotel, em New Orleans
Foto: Wikimedia Commons

Em 1949, o dono do Roosevelt Hotel comprou os direitos do nome Sazerac e batizou o bar do saguão. O coquetel em si nasceu décadas antes, no French Quarter, mas é aqui, entre móveis art déco, que muita gente bebe o primeiro da noite.

Endereço: Sazerac Bar

Vale a parada

10. Preservation Hall

Fachada do Preservation Hall, na St. Peter Street, no French Quarter de Nova Orleans
Foto: Cory Doctorow, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons

O Preservation Hall não tem bar, não tem microfone e não tem cadeira confortável. Quem entra encontra uma sala pequena, bancos de madeira, chão gasto e uma banda tocando jazz tradicional a poucos metros do rosto. É exatamente esse o projeto, e ele tem uma origem quase acidental.

Nos anos 1950, o espaço era uma galeria de arte tocada por Larry Borenstein, um marchand vindo de Milwaukee. Para atrair público, ele passou a convidar músicos locais de jazz para tocar entre os quadros. As sessões ficaram mais concorridas que as exposições.

Em 1961, Allan e Sandra Jaffe passaram por Nova Orleans em lua de mel querendo ouvir jazz tradicional. Ele era tubista formado em administração pela Wharton; ela vinha de uma agência de publicidade. Borenstein perguntou se o casal queria tocar o lugar. Eles assumiram em setembro daquele ano, e o Preservation Hall nasceu com uma missão declarada: proteger e perpetuar o jazz de Nova Orleans.

A parte que costuma ficar de fora do folheto é a mais importante. Nos anos 1960, os músicos negros e crioulos que haviam inventado aquele som não encontravam mais trabalho na própria cidade. A sala virou, na prática, uma fonte de renda e de palco para essa geração — preservação no sentido concreto de pagar cachê a quem estava sendo esquecido.

A regra da acústica pura continua. São mais de 350 noites de concerto por ano, sem amplificação, com um coletivo de mais de cem músicos da cidade se revezando. A fila se forma na calçada da St. Peter Street bem antes da hora, e vale entrar sabendo o que se compra: uma hora de música sem intermediação elétrica nenhuma.

Endereço: 726 St Peter St, New Orleans, LA 70116, Estados Unidos

A história por trás desses lugares

Fontes e créditos

Imagens e links oficiais de cada parada:

  • Café du Monde (Original French Market Coffee Stand) — foto: Jeremy Thompson, CC BY 4.0, via Wikimedia Commons
  • Antoine's Restaurant — foto: Fotografia de domínio público, via Wikimedia Commons
  • Lafitte's Blacksmith Shop Bar — foto: Infrogmation of New Orleans, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
  • Carousel Bar & Lounge (Hotel Monteleone) — foto: Carnaval.com Studios, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
  • Preservation Hall — foto: Cory Doctorow, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
  • French Truck Coffee — foto: Wikimedia Commons
  • Jackson Square — foto: Wikimedia Commons
  • Galatoire's Restaurant — foto: Wikimedia Commons
  • The National WWII Museum — foto: Wikimedia Commons
  • Sazerac Bar (The Roosevelt Hotel) — foto: Wikimedia Commons

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📍 Dica rápida

Mangal das Garças: natureza no centro histórico de Belém

O Mangal das Garças fica no bairro da Cidade Velha, às margens do rio Guamá, e reúne borboletário, viveiro de aves e o Farol de Belém, um mirante com vista para o encontro das águas. É um respiro de natureza dentro da área mais histórica da cidade.

Boa opção para uma tarde de passeio a pé.

Vegetação e estrutura de madeira no parque Mangal das Garças, em Belém do Pará

Foto: Wikimedia Commons

Onde fica

  • Mangal das Garças Ponto Turístico
    Rua Carneiro da Rocha, Cidade Velha, Belém, Brasil
— (0 avaliações)

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O que fazer em João Pessoa: 10 paradas escolhidas

Bairro de Manaíra, em João Pessoa, onde fica a Sorveteria Borelli

Foto: Wikimedia Commons

Um roteiro com 10 paradas em João Pessoa, PB, Brasil: o que visitar, onde comer, onde tomar café e onde beber. Cada parada traz o endereço completo e o motivo de valer o desvio, para você montar o dia na ordem que fizer sentido.

As paradas

  1. Praia de Tambaú
  2. Dique de Cabedelo
  3. Ponta do Seixas
  4. Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes
  5. Espaço Cultural José Lins do Rêgo
  6. Casa da Pólvora
  7. Igreja de Nossa Senhora do Carmo
  8. Restaurante Mangai
  9. Sorveteria Borelli
  10. Centrô

O que visitar

1. Praia de Tambaú

Orla da Praia de Tambaú, em João Pessoa
Foto: Rosanetur / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Praia urbana badalada, com orla cheia de barracas, calçadão e vista pro Hotel Tambaú. Na maré baixa, dá pra ver as piscinas naturais do Picãozinho logo na frente.

Endereço: Praia de Tambaú, João Pessoa - PB

2. Dique de Cabedelo

Pôr do sol na região do Dique de Cabedelo, Paraíba
Foto: Wikimedia Commons

Ponto onde o rio Paraíba encontra o oceano, ótimo pra passeio de barco e pôr do sol. Fica a caminho de Cabedelo, cerca de 18 km do centro de João Pessoa.

Endereço: Dique de Cabedelo, PB

3. Ponta do Seixas

Farol do Cabo Branco, o marco da Ponta do Seixas, em João Pessoa
Foto: Marinelson Almeida - Traveling through Brazil from Niteroi, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O ponto mais oriental das Américas, ao lado do Farol do Cabo Branco. É o primeiro lugar do continente a ver o sol nascer todos os dias.

Endereço: Av. Cabo Branco, Cabo Branco, João Pessoa - PB, 58046-010

4. Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes

Fachada curva de concreto da Estação Cabo Branco, projeto de Oscar Niemeyer em João Pessoa
Foto: A. Júnior / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Projetada por Oscar Niemeyer e inaugurada em 2008, a Estação Cabo Branco reúne exposições de ciência, cultura e arte num conjunto de curvas de concreto sobre a falésia.

A torre espelhada hexagonal e o mirante com vista para o mar viraram um dos cartões-postais de João Pessoa.

Endereço: Estação Cabo Branco, João Pessoa, Brasil

5. Espaço Cultural José Lins do Rêgo

Vista externa do Espaço Cultural José Lins do Rêgo em João Pessoa
Foto: Matheus Jampa da Silva / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Inaugurado em 1982, o Espaço Cultural José Lins do Rêgo reúne planetário, museu, escola de música, teatros e uma galeria de esculturas ao ar livre.

É um programa cultural gratuito e diferente do circuito de praias de João Pessoa.

Endereço: funesc

6. Casa da Pólvora

Fachada histórica da Casa da Pólvora em João Pessoa
Foto: Rogerio121402 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Erguida em 1710 para guardar pólvora e armas da coroa portuguesa, a Casa da Pólvora é a última remanescente de três depósitos coloniais da cidade.

Hoje abriga o Museu Fotográfico Walfredo Rodrigues, com entrada gratuita, na ladeira que leva ao Centro Histórico.

Endereço: Casa da Pólvora, Ladeira São Francisco, João Pessoa, Brasil

7. Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Fachada do Convento e Igreja de Nossa Senhora do Carmo em João Pessoa
Foto: Rogerio121402 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Erguida em 1592 pelos carmelitas, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo integra um conjunto histórico com o Palácio Episcopal na Praça Dom Adauto.

A torre única e a fachada quinhentista são parada obrigatória em qualquer volta pelo Centro Histórico de João Pessoa.

Endereço: Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Praça Dom Adauto, João Pessoa, Brasil

Onde comer

8. Restaurante Mangai

Fachada de uma unidade do Restaurante Mangai
Foto: Wikimedia Commons

Buffet por quilo especializado em comida nordestina, um dos mais tradicionais de João Pessoa. Vá com fome: a variedade de pratos típicos é enorme.

Endereço: Av. General Edson Ramalho, 696, Manaíra, João Pessoa - PB, 58038-100

Onde tomar café

9. Sorveteria Borelli

Bairro de Manaíra, em João Pessoa, onde fica a Sorveteria Borelli
Foto: Wikimedia Commons

Point clássico de sorvete artesanal em Manaíra, com sabores que vão do tradicional ao bem inventivo. Boa parada pra esfriar depois de um dia de praia na orla.

Endereço: Manaíra, João Pessoa - PB

Onde beber

10. Centrô

Casarões coloridos históricos da Praça Antenor Navarro em João Pessoa
Foto: Rogerio121402 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Funciona no térreo de um dos casarões coloridos da Praça Antenor Navarro, um dos points mais boêmios do Centro Histórico de João Pessoa.

Além de bar, o Centrô oferece música ao vivo e atrações culturais à noite.

Endereço: Centrô, Praça Antenor Navarro, João Pessoa, Brasil

A história por trás desses lugares

Fontes e créditos

Imagens e links oficiais de cada parada:

  • Sorveteria Borelli — foto: Wikimedia Commons
  • Restaurante Mangai — foto: Wikimedia Commons
  • Praia de Tambaú — foto: Rosanetur / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
  • Dique de Cabedelo — foto: Wikimedia Commons
  • Ponta do Seixas — foto: Marinelson Almeida - Traveling through Brazil from Niteroi, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
  • Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes — foto: A. Júnior / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
  • Espaço Cultural José Lins do Rêgo — foto: Matheus Jampa da Silva / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
  • Casa da Pólvora — foto: Rogerio121402 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo — foto: Rogerio121402 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
  • Centrô — foto: Rogerio121402 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

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📝 Nota do editor (Peter Goldstein): [foto sem procedência: origem não registrada pela ingestão antiga, sem correspondente no Commons e sem autor na EXIF — precisa ser re-obtida ou removida]

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📍 Munique
📍 Dica rápida

Viktualienmarkt: o mercado que saiu da Marienplatz em 1807 e abre todo dia útil desde então

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Munique já tinha um mercado na praça central, mas ele ficou pequeno. Em 2 de maio de 1807, o rei Maximiliano I José assinou o decreto que tirou a venda de alimentos da Marienplatz, então tomada pelo comércio de grãos, e a levou para o terreno ao lado da igreja do Espírito Santo. Desde então, o Viktualienmarkt abre todos os dias, com exceção de domingos e feriados.

O mercado cresceu em etapas, com uma grande ampliação entre 1823 e 1829, e hoje reúne cerca de 140 bancas e lojas de flores, frutas, queijos, peixes, especiarias, caça e, claro, salsichas.

Um biergarten que troca de cervejaria

No meio das bancas fica o detalhe mais bávaro de todos: o biergarten do mercado não pertence a uma cervejaria só. A torneira alterna, em rodízio de algumas semanas, entre as seis cervejarias tradicionais de Munique (Augustiner, Hacker-Pschorr, Löwenbräu, Hofbräu, Paulaner e Spaten), e uma placa sobre o balcão avisa qual está servindo no momento.

Ao lado ergue-se o Maibaum, o mastro de maio. O primeiro foi doado pelas cervejarias em maio de 1962, depois de um comentário do político municipal Albert Bayerle de que uma "aldeia de um milhão de habitantes" como Munique merecia ter o seu; desde então, vários o substituíram.

Fontes para os comediantes

Espalhadas pelo mercado há fontes com estátuas de artistas populares da cidade: Karl Valentin, Liesl Karlstadt, Weiß Ferdl, Ida Schumacher, Elise Aulinger e Roider Jackl.

Bancas do Viktualienmarkt, no centro de Munique

Foto: Wikiolo, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0

Onde fica

  • Viktualienmarkt Ponto Turístico
    Viktualienmarkt 3, 80331 Munique, Alemanha
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