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O que fazer em João Pessoa: 10 paradas escolhidas

Bairro de Manaíra, em João Pessoa, onde fica a Sorveteria Borelli

Foto: Wikimedia Commons

Um roteiro com 10 paradas em João Pessoa, PB, Brasil: o que visitar, onde comer, onde tomar café e onde beber. Cada parada traz o endereço completo e o motivo de valer o desvio, para você montar o dia na ordem que fizer sentido.

As paradas

  1. Praia de Tambaú
  2. Dique de Cabedelo
  3. Ponta do Seixas
  4. Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes
  5. Espaço Cultural José Lins do Rêgo
  6. Casa da Pólvora
  7. Igreja de Nossa Senhora do Carmo
  8. Restaurante Mangai
  9. Sorveteria Borelli
  10. Centrô

O que visitar

1. Praia de Tambaú

Orla da Praia de Tambaú, em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

Praia urbana badalada, com orla cheia de barracas, calçadão e vista pro Hotel Tambaú. Na maré baixa, dá pra ver as piscinas naturais do Picãozinho logo na frente.

Endereço: Praia de Tambaú, João Pessoa - PB

2. Dique de Cabedelo

Pôr do sol na região do Dique de Cabedelo, Paraíba
Foto: Wikimedia Commons

Ponto onde o rio Paraíba encontra o oceano, ótimo pra passeio de barco e pôr do sol. Fica a caminho de Cabedelo, cerca de 18 km do centro de João Pessoa.

Endereço: Dique de Cabedelo, PB

3. Ponta do Seixas

Farol do Cabo Branco, o marco da Ponta do Seixas, em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

O ponto mais oriental das Américas, ao lado do Farol do Cabo Branco. É o primeiro lugar do continente a ver o sol nascer todos os dias.

Endereço: Av. Cabo Branco, Cabo Branco, João Pessoa - PB, 58046-010

4. Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes

Fachada curva de concreto da Estação Cabo Branco, projeto de Oscar Niemeyer em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

Projetada por Oscar Niemeyer e inaugurada em 2008, a Estação Cabo Branco reúne exposições de ciência, cultura e arte num conjunto de curvas de concreto sobre a falésia.

A torre espelhada hexagonal e o mirante com vista para o mar viraram um dos cartões-postais de João Pessoa.

Endereço: Estação Cabo Branco, João Pessoa, Brasil

5. Espaço Cultural José Lins do Rêgo

Vista externa do Espaço Cultural José Lins do Rêgo em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

Inaugurado em 1982, o Espaço Cultural José Lins do Rêgo reúne planetário, museu, escola de música, teatros e uma galeria de esculturas ao ar livre.

É um programa cultural gratuito e diferente do circuito de praias de João Pessoa.

Endereço: funesc

6. Casa da Pólvora

Fachada histórica da Casa da Pólvora em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

Erguida em 1710 para guardar pólvora e armas da coroa portuguesa, a Casa da Pólvora é a última remanescente de três depósitos coloniais da cidade.

Hoje abriga o Museu Fotográfico Walfredo Rodrigues, com entrada gratuita, na ladeira que leva ao Centro Histórico.

Endereço: Casa da Pólvora, Ladeira São Francisco, João Pessoa, Brasil

7. Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Fachada do Convento e Igreja de Nossa Senhora do Carmo em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

Erguida em 1592 pelos carmelitas, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo integra um conjunto histórico com o Palácio Episcopal na Praça Dom Adauto.

A torre única e a fachada quinhentista são parada obrigatória em qualquer volta pelo Centro Histórico de João Pessoa.

Endereço: Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Praça Dom Adauto, João Pessoa, Brasil

Onde comer

8. Restaurante Mangai

Fachada de uma unidade do Restaurante Mangai
Foto: Wikimedia Commons

Buffet por quilo especializado em comida nordestina, um dos mais tradicionais de João Pessoa. Vá com fome: a variedade de pratos típicos é enorme.

Endereço: Av. General Edson Ramalho, 696, Manaíra, João Pessoa - PB, 58038-100

Onde tomar café

9. Sorveteria Borelli

Bairro de Manaíra, em João Pessoa, onde fica a Sorveteria Borelli
Foto: Wikimedia Commons

Point clássico de sorvete artesanal em Manaíra, com sabores que vão do tradicional ao bem inventivo. Boa parada pra esfriar depois de um dia de praia na orla.

Endereço: Manaíra, João Pessoa - PB

Onde beber

10. Centrô

Casarões coloridos históricos da Praça Antenor Navarro em João Pessoa
Foto: Wikimedia Commons

Funciona no térreo de um dos casarões coloridos da Praça Antenor Navarro, um dos points mais boêmios do Centro Histórico de João Pessoa.

Além de bar, o Centrô oferece música ao vivo e atrações culturais à noite.

Endereço: Centrô, Praça Antenor Navarro, João Pessoa, Brasil

A história por trás desses lugares

Fontes e créditos

Imagens e links oficiais de cada parada:

  • Sorveteria Borelli — foto: Wikimedia Commons
  • Restaurante Mangai — foto: Wikimedia Commons
  • Praia de Tambaú — foto: Wikimedia Commons
  • Dique de Cabedelo — foto: Wikimedia Commons
  • Ponta do Seixas — foto: Wikimedia Commons
  • Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes — foto: Wikimedia Commons
  • Espaço Cultural José Lins do Rêgo — foto: Wikimedia Commons
  • Casa da Pólvora — foto: Wikimedia Commons
  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo — foto: Wikimedia Commons
  • Centrô — foto: Wikimedia Commons

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Referências

Este texto é da redação do Tem Café Aí. Abaixo, onde conferir os dados do lugar e de onde vem a foto — não é a origem do texto, é onde você pode se aprofundar.

João Pessoa — Wikipédia

Foto: Wikimedia Commons.

📝 Nota do editor (Peter Goldstein): [foto sem procedência: origem não registrada pela ingestão antiga, sem correspondente no Commons e sem autor na EXIF — precisa ser re-obtida ou removida]

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Bandeira de República Tcheca República Tcheca
📍 Praga
📍 Dica rápida

Ponte Carlos: a travessia gótica que virou símbolo de Praga

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Trinta estátuas de santos, a maioria em estilo barroco, acompanham quem atravessa a pé os 516 metros da Ponte Carlos sobre o rio Vltava. É a mais antiga ponte de pedra de Praga ainda de pé, erguida entre 1357 e 1402 por ordem do imperador Carlos IV para substituir a antiga Ponte Judith, danificada por uma enchente.

O projeto ficou a cargo do arquiteto Petr Parler — o mesmo responsável por boa parte da Catedral de São Vito, dentro do Castelo de Praga. Segundo a tradição, os astrólogos da corte escolheram a data e a hora exatas do início da obra, 9 de julho de 1357 às 5h31, por formar um palíndromo numérico (1-3-5-7-9-7-5-3-1) que Carlos IV, apaixonado por numerologia, acreditava dar força estrutural à construção.

As estátuas começaram a ser instaladas só a partir do fim do século XVII, quando guildas de artesãos de Praga passaram a financiar esculturas de seus santos padroeiros para exibição pública na ponte. A partir de 1965, a cidade começou a substituir gradualmente os originais por réplicas, preservando as peças autênticas no Museu Nacional.

Fechada para carros desde 1978, a ponte liga o Bairro Pequeno (Malá Strana), aos pés do castelo, ao centro histórico da Cidade Velha — hoje tomada por artistas de rua e vendedores, mas ainda o principal caminho a pé entre as duas margens do Vltava.

Ponte Carlos sobre o rio Vltava, em Praga

Foto: Foto: Peter K Burian / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Onde fica

  • Ponte Carlos (Karlův most) Ponto Turístico
    Karlův most, 110 00 Praha 1, República Tcheca
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Bandeira de São Paulo São Paulo

Bar Brahma: o letreiro de neon que virou símbolo da vida noturna do centro de São Paulo

Fachada do Bar Brahma, no centro de São Paulo

Foto: Dornicke / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

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Na esquina que a canção "Sampa", de Caetano Veloso, imortalizou como o encontro da Avenida Ipiranga com a Avenida São João, um letreiro de neon vermelho marca um dos bares mais tradicionais do centro paulistano. O Bar Brahma abriu originalmente em 1948, batizado em homenagem à cervejaria que sustentava boa parte da vida noturna de São Paulo naquele período, e se tornou desde então sinônimo de música ao vivo na cidade.

A esquina mais cantada de São Paulo

A localização exata do bar, bem na esquina retratada por Caetano Veloso na canção "Sampa" (1978), deu ao Bar Brahma um significado simbólico que vai além da própria história do estabelecimento — tornou-se um marco geográfico e cultural da cidade, citado e reconhecido mesmo por quem nunca entrou no local.

Fechou e reabriu décadas depois

Depois de décadas de funcionamento, o bar original fechou as portas na virada do século XX para o XXI, período de decadência do centro histórico de São Paulo, com o esvaziamento comercial da região. Em 2003, o Bar Brahma reabriu num processo de revitalização do centro, recuperando o espírito original com música ao vivo diária, misturando samba, choro e MPB, e ajudando a atrair de volta o público para a região central da cidade.

Letreiro de neon do Bar Brahma à noite

O letreiro de neon vermelho é um dos símbolos visuais mais reconhecíveis do centro de São Paulo.

Point de música ao vivo

Desde a reabertura, o Bar Brahma se consolidou como uma das casas de música ao vivo mais tradicionais do centro paulistano, recebendo apresentações praticamente todos os dias da semana — um contraponto à vida noturna mais recente concentrada em bairros como Vila Madalena e Pinheiros.

Fachada iluminada do Bar Brahma em São Paulo

A fachada Art Déco remete à década de 1940, quando o bar foi inaugurado.

Dicas para a visita

Vale conferir a programação de shows com antecedência, já que a casa costuma ter apresentações diferentes a cada noite. A região central de São Paulo, especialmente à noite, pede atenção redobrada com pertences pessoais, como em qualquer grande centro urbano.

Referências

Este texto é da redação do Tem Café Aí. Abaixo, onde conferir os dados do lugar e de onde vem a foto — não é a origem do texto, é onde você pode se aprofundar.

Bar Brahma — Wikipédia

Foto: Dornicke / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0).

Onde fica

  • Bar Brahma Bar
    Avenida São João, 677, Centro, São Paulo - SP

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Bandeira de Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Pão de Açúcar: o cartão-postal que resume o Rio de Janeiro

Vista da cidade do Rio de Janeiro a partir do Pão de Açúcar

Foto: Wilfredor / Wikimedia Commons (CC0)

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Poucos cartões-postais no mundo são tão reconhecíveis quanto o Pão de Açúcar. Erguendo-se a 396 metros na entrada da Baía de Guanabara, o morro de granito e gnaisse é parte da paisagem que deu ao Rio de Janeiro o título de Patrimônio Mundial da Unesco na categoria "Paisagem Cultural". De lá de cima, numa tarde de céu limpo, dá para entender em poucos minutos por que a cidade é chamada de Cidade Maravilhosa.

A subida é feita em dois trechos de bondinho. O primeiro leva os visitantes até o Morro da Urca, a 220 metros de altura, onde já é possível ter uma primeira vista privilegiada da Praia Vermelha e da entrada da baía. O segundo trecho segue até o topo do Pão de Açúcar propriamente dito. Inaugurado em 1912, o sistema de bondinhos foi um dos primeiros do gênero no mundo, idealizado pelo engenheiro Augusto Ferreira Ramos, e passou por diversas modernizações ao longo de mais de um século de operação sem nunca perder a essência.

De onde vem o nome

A origem do nome "Pão de Açúcar" divide historiadores. A versão mais repetida diz que os portugueses associaram o formato do morro aos moldes cônicos de barro usados para refinar e transportar açúcar durante o período colonial. Outra hipótese, defendida por linguistas, aponta uma origem tupi: "pau-nh-acuqua", expressão que significaria algo como "monte alto, pontudo e isolado" — uma descrição que também faz bastante sentido observando a silhueta do morro a partir do mar.

Bondinho do Pão de Açúcar em operação

O bondinho liga a Praia Vermelha ao Morro da Urca e, de lá, ao topo do Pão de Açúcar.

O que ver lá em cima

Do topo, o visitante tem uma vista de 360 graus que inclui o Cristo Redentor sobre o Corcovado, as praias de Copacabana e Ipanema, a Lagoa Rodrigo de Freitas e boa parte da orla até a Zona Sul. Também é possível avistar o Aeroporto Santos Dumont e o movimento de embarcações entrando e saindo da Baía de Guanabara. O pôr do sol é um dos momentos mais concorridos: nos dias de céu limpo, as cores sobre a baía atraem tanto turistas quanto cariocas que já subiram o morro dezenas de vezes.

O Pão de Açúcar também é um destino tradicional para a escalada. O primeiro registro de uma subida pela face rochosa data de 1817, feita pelo inglês Henry Walter Fox. Hoje a prática segue popular entre alpinistas experientes, com diversas rotas de diferentes níveis de dificuldade talhadas na rocha ao longo de mais de dois séculos.

Dicas para a visita

Vale reservar pelo menos duas horas para o passeio completo, incluindo o tempo de fila nos bondinhos, que costuma aumentar bastante no meio da manhã e no início da tarde. Ir logo na abertura ou no fim da tarde, para pegar o pôr do sol, costuma ser a melhor estratégia para fugir das multidões. No Morro da Urca há espaço para eventos, lanchonete e banheiros, então dá para fazer uma parada tranquila no meio do caminho antes de seguir para o topo.

📝 Nota do editor (Peter Goldstein): O principal ponto turístico e preferido dos cariocas e visitantes de todo o mundo.

Onde fica

  • Bondinho do Pão de Açúcar Ponto Turístico
    Av. Pasteur, 520, Urca, Rio de Janeiro - RJ, 22290-255

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