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📍 Nova Orleans
📍 Dica rápida

French Truck Coffee: o café que nasceu na lavanderia de uma casa em New Orleans

Geoffrey Meeker fundou a torrefação em 2012, torrando os primeiros grãos na lavanderia de casa, no bairro de Carrollton. Hoje a loja da Lower Garden District é parada certa pra um café coado antes de sair andando pela cidade.

Fachada da French Truck Coffee na Lower Garden District, em New Orleans

Foto: Wikimedia Commons

Onde fica

  • French Truck Coffee Cafeteria
    French Truck Coffee, 1200 Magazine St, New Orleans, USA
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Instituto Ricardo Brennand: o castelo em meio à mata que guarda a maior coleção de Frans Post do mundo

Fachada do castelo do Instituto Ricardo Brennand, em Recife

Foto: Wilfredor / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

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No bairro da Várzea, cercado por um dos últimos fragmentos de Mata Atlântica preservada dentro do perímetro urbano de Recife, ergue-se um castelo com torres, arcos e ameias que lembra as fortalezas medievais europeias. Não é réplica de cenário nem construção antiga: o Instituto Ricardo Brennand foi inaugurado em 2002 para abrigar a coleção particular de um só homem, reunida ao longo de mais de setenta anos.

Um colecionador que começou aos sete anos

Ricardo Coimbra de Almeida Brennand nasceu em Pernambuco em 1927 e ganhou o primeiro item de sua futura coleção — um canivete — do tio, ainda criança. Formou-se engenheiro pela Universidade Federal de Pernambuco em 1949 e construiu carreira à frente de empresas da família ligadas a vidro, aço, cerâmica, cimento, porcelana e açúcar. Em 1999, após vender as fábricas de cimento do grupo, usou parte dos recursos para erguer, em terras de um antigo engenho, o instituto cultural sem fins lucrativos que hoje leva seu nome.

Castelo do Instituto Ricardo Brennand cercado por jardins, em Recife

O conjunto arquitetônico, conhecido como Castelo Brennand, reúne museu, pinacoteca e jardim de esculturas.

Um castelo de estilo Tudor em pleno Nordeste

Batizado informalmente de Castelo Brennand, o conjunto reúne o Museu Castelo São João, a Pinacoteca, os Jardins das Esculturas e a Biblioteca José Antônio Gonsalves de Mello, todos com torres, arcos e detalhes em cerâmica que remetem ao gótico Tudor, estilo tardio da arquitetura medieval inglesa de origem galesa. A propriedade ocupa uma área de cerca de 77.600 metros quadrados, boa parte dela tomada por reserva de mata preservada — um contraste deliberado entre a arquitetura europeia e a paisagem tropical que a envolve.

Frans Post, armaduras e a espada de um rei egípcio

A Pinacoteca do instituto abriga a maior coleção particular do mundo de obras do pintor holandês Frans Post, que retratou paisagens do Brasil durante o período do domínio neerlandês sob o conde Maurício de Nassau, no século XVII. Já o acervo de armas brancas e armaduras europeias reúne entre três e quatro mil peças produzidas entre os séculos XVI e XIX, incluindo um conjunto completo de armadura maximiliana para cavalo e cavaleiro de cerca de 1515, uma espada-pistola alemã de 1590 e espadas que pertenceram ao rei Farouk, do Egito, além de armas associadas aos imperadores brasileiros Dom Pedro I e Dom Pedro II.

Portão principal de entrada do Instituto Ricardo Brennand

O portão principal dá acesso aos jardins que cercam o museu, na Várzea, zona oeste de Recife.

Visitação

O instituto funciona de terça a domingo, das 13h às 17h, com ingresso pago — na última terça-feira de cada mês, a entrada é gratuita. Hoje é tratado como um dos principais pontos turísticos e culturais de Pernambuco, citado com frequência como um dos maiores acervos particulares de armas brancas do mundo aberto ao público, e segue funcionando como espaço de pesquisa e conservação além de museu de visitação.

Referências

Este texto é da redação do Tem Café Aí. Abaixo, onde conferir os dados do lugar e de onde vem a foto — não é a origem do texto, é onde você pode se aprofundar.

Instituto Ricardo Brennand — Wikipédia

Foto: Wilfredor / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0).

Onde fica

  • Instituto Ricardo Brennand Ponto Turístico
    Instituto Ricardo Brennand, Alameda Antônio Brennand, Recife - PE

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Cataratas do Iguaçu: por dentro de uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo

Cataratas do Iguaçu vistas do lado brasileiro

Foto: Lucas Molina / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

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Na fronteira entre Brasil e Argentina, o rio Iguaçu se despedaça em cerca de 275 quedas d'água individuais, formando um dos espetáculos naturais mais impressionantes do planeta. As Cataratas do Iguaçu são mais altas que as Cataratas do Niágara e, desde 2011, integram oficialmente a lista das Sete Maravilhas Naturais do Mundo, ao lado de destinos como a Grande Barreira de Corais e o Rio Amazonas.

Um espetáculo dividido entre dois países

As quedas se estendem por quase três quilômetros e podem ser visitadas tanto pelo lado brasileiro, em Foz do Iguaçu (Paraná), quanto pelo lado argentino, em Puerto Iguazú. O lado brasileiro oferece as melhores vistas panorâmicas do conjunto — é possível ver boa parte das quedas de uma só vez ao longo de uma trilha suspensa —, enquanto o lado argentino permite caminhar mais próximo e por cima de várias quedas individuais. Boa parte dos visitantes tenta conhecer os dois lados quando possível.

Vista panorâmica das Cataratas do Iguaçu

O lado brasileiro oferece a melhor vista panorâmica do conjunto de quedas.

Garganta do Diabo

O ponto mais impressionante do conjunto é a Garganta do Diabo, uma fenda em formato de ferradura onde catorze quedas se juntam, formando uma coluna de água e neblina visível a quilômetros de distância. A passarela que leva até a plataforma de observação da Garganta do Diabo, no lado argentino, é considerada por muitos visitantes o ponto alto da viagem — o barulho e a quantidade de água que passa por ali em poucos segundos impressionam mesmo quem já visitou outras quedas d'água pelo mundo.

Descoberta europeia e história

O primeiro europeu a registrar as cataratas foi o explorador espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, em 1541, embora o local já fosse conhecido havia milênios pelos povos indígenas da região, sobretudo os guarani, de onde vem o nome "Iguaçu" (que significa, aproximadamente, "água grande"). O parque nacional brasileiro foi criado em 1939 e reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco em 1986.

Quedas d'água das Cataratas do Iguaçu

O parque abriga também uma rica fauna, incluindo quatis e tucanos.

Dicas para a visita

No lado brasileiro, a visita costuma durar de duas a três horas, incluindo transporte interno até as trilhas. Vale levar capa de chuva ou um troca de roupa extra — a neblina das quedas molha bastante quem se aproxima dos mirantes finais. Para quem quiser ver os dois lados, um passeio completo geralmente exige dois dias, já que a travessia entre Brasil e Argentina envolve fronteira e costuma tomar boa parte de um dia sozinha.

Referências

Este texto é da redação do Tem Café Aí. Abaixo, onde conferir os dados do lugar e de onde vem a foto — não é a origem do texto, é onde você pode se aprofundar.

Cataratas do Iguaçu — Wikipédia

Foto: Lucas Molina / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0).

Onde fica

  • Parque Nacional do Iguaçu (lado brasileiro) Ponto Turístico
    Rodovia das Cataratas, km 4, Foz do Iguaçu - PR

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Contramar: o restaurante de frutos do mar da Roma Norte com estrela Michelin

Aberto em 1998 pela chef Gabriela Cámara, o Contramar é um dos restaurantes mais concorridos da Cidade do México — reserva é praticamente obrigatória. O prato mais pedido é o pescado a la talla, peixe grelhado servido com molhos vermelho e verde.

Hoje o restaurante tem estrela no Guia Michelin e ajudou a colocar o bairro Roma Norte no mapa gastronômico internacional.

Mesa posta no restaurante Contramar, com pães, limões e o menu do restaurante

Foto: Wikimedia Commons

Onde fica

  • Contramar Restaurante
    Calle de Durango 200, Roma Norte, Cidade do México, México
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