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O que fazer em Siem Reap: 5 paradas escolhidas

Fachada branca do Blue Pumpkin em Siem Reap

Foto: Wikimedia Commons

Um roteiro com 5 paradas em Siem Reap, Camboja: o que visitar, onde comer, onde tomar café e onde beber. Cada parada traz o endereço completo e o motivo de valer o desvio, para você montar o dia na ordem que fizer sentido.

As paradas

  1. Banteay Srei
  2. Kampong Phluk
  3. Malis
  4. Blue Pumpkin
  5. Elephant Bar (Raffles Grand Hotel d'Angkor)

O que visitar

1. Banteay Srei

Torres de arenito rosa entalhado do templo Banteay Srei
Foto: Wikimedia Commons

Erguido no século 10, o Banteay Srei é pequeno perto de Angkor Wat, mas é considerado a peça mais refinada da arte khmer, com relevos entalhados em arenito rosa. Fica a cerca de 35 km do centro, meio caminho que vale o passeio.

Endereço: Banteay Srei, Siem Reap, Camboja

2. Kampong Phluk

Casas em palafitas na vila de Kampong Phluk, no Tonlé Sap
Foto: Wikimedia Commons

A cerca de 30 km de Siem Reap, Kampong Phluk é formada por casas erguidas em palafitas de até 10 metros de altura, que acompanham a variação do nível do Tonlé Sap. Um passeio de barco pela vila mostra o dia a dia de quem vive da pesca no maior lago do Sudeste Asiático.

Endereço: Kampong Phluk, Siem Reap, Camboja

Onde comer

3. Malis

Amok de peixe, prato tradicional khmer servido no Malis
Foto: Wikimedia Commons

Em um jardim tropical na Pokambor Avenue, o Malis eleva a cozinha khmer tradicional sem perder a autenticidade. O amok de peixe, cozido no vapor dentro de folha de bananeira, é o prato mais pedido.

Endereço: Malis Restaurant, Pokambor Avenue, Siem Reap, Camboja

Onde tomar café

4. Blue Pumpkin

Fachada branca do Blue Pumpkin em Siem Reap
Foto: Wikimedia Commons

Num casarão colonial branco a poucos passos do Old Market, o Blue Pumpkin serve pães, sorvetes caseiros e café forte desde 2000. É parada clássica pra começar o dia antes de encarar os templos.

Endereço: Blue Pumpkin, Hospital Street, Siem Reap, Camboja

Onde beber

5. Elephant Bar (Raffles Grand Hotel d'Angkor)

Fachada do Raffles Grand Hotel d'Angkor, sede do Elephant Bar
Foto: Wikimedia Commons

Dentro do Raffles Grand Hotel d'Angkor, aberto desde 1932, o Elephant Bar guarda a maior coleção de uísques e bourbons do Camboja. O nome vem da época em que hóspedes chegavam ao hotel montados em elefantes.

Endereço: Raffles Grand Hotel d'Angkor

A história por trás desses lugares

Fontes e créditos

Imagens e links oficiais de cada parada:

  • Blue Pumpkin — foto: Wikimedia Commons
  • Banteay Srei — foto: Wikimedia Commons
  • Malis — foto: Wikimedia Commons
  • Kampong Phluk — foto: Wikimedia Commons
  • Elephant Bar (Raffles Grand Hotel d'Angkor) — foto: Wikimedia Commons

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Em um jardim tropical na Pokambor Avenue, o Malis eleva a cozinha khmer tradicional sem perder a autenticidade. O amok de peixe, cozido no vapor dentro de folha de bananeira, é o prato mais pedido.

Amok de peixe, prato tradicional khmer servido no Malis

Foto: Wikimedia Commons

Onde fica

  • Malis Restaurante
    Malis Restaurant, Pokambor Avenue, Siem Reap, Camboja
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Bandeira de Grécia Grécia
Bandeira de Atenas Atenas

Acrópole de Atenas: por dentro do berço da democracia e da arquitetura clássica

Vista do Partenon no alto da Acrópole de Atenas

Foto: Jebulon / Wikimedia Commons (CC0)

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No alto de uma colina rochosa que domina a paisagem de Atenas, um conjunto de templos de mármore branco resume boa parte do que se entende hoje por civilização clássica ocidental. A Acrópole de Atenas — literalmente "cidade no alto" em grego — reúne construções erguidas principalmente no século V a.C., durante o chamado Século de Péricles, período em que Atenas viveu seu auge político, cultural e artístico.

O Partenon e a era de Péricles

O monumento mais famoso do conjunto é o Partenon, templo dedicado à deusa Atena, padroeira da cidade, construído entre 447 e 432 a.C. sob o comando do estadista ateniense Péricles. A obra foi coordenada pelo escultor Fídias e pelos arquitetos Ictino e Calícrates, e é considerada um dos exemplos mais perfeitos da arquitetura dórica grega, com proporções matemáticas cuidadosamente calculadas para parecerem harmônicas mesmo à distância.

Templos, guerras e transformações

Além do Partenon, a Acrópole abriga o Erecteion, templo conhecido pelas esculturas de mulheres (cariátides) que substituem colunas tradicionais, e os Propileus, o portão monumental de entrada do conjunto. Ao longo de mais de dois mil anos, os templos serviram a diferentes propósitos — incluindo igreja cristã e mesquita otomana — e o Partenon chegou a ser usado como paiol de pólvora no século XVII, quando uma explosão durante um cerco veneziano destruiu boa parte do telhado e de colunas originais.

Fachada leste do Partenon

As colunas dóricas do Partenon são um dos símbolos mais reconhecíveis da arquitetura clássica.

A polêmica dos Mármores do Partenon

No início do século XIX, o diplomata britânico Lord Elgin removeu boa parte das esculturas originais do Partenon e as levou para o Reino Unido, onde estão expostas até hoje no Museu Britânico como os chamados "Mármores de Elgin". A Grécia reivindica formalmente a devolução das peças há décadas, e o debate segue sem solução — um dos casos mais conhecidos de disputa internacional sobre repatriação de patrimônio cultural.

Trabalho de restauração em andamento no Partenon

Obras de restauração no Partenon são praticamente contínuas desde a década de 1970.

Dicas para a visita

A subida até a Acrópole é feita por caminhos de pedra que podem ficar escorregadios e bastante cheios em alta temporada — ir logo na abertura, pela manhã, ajuda a evitar tanto o calor quanto as multidões. Vale complementar a visita com o Museu da Acrópole, aos pés da colina, que exibe peças originais e explica em detalhes a história e as técnicas de construção do conjunto.

Onde fica

  • Acrópole de Atenas Histórico
    Atenas, Grécia

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Bandeira de Itália Itália
📍 Florença
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Piazzale Michelangelo: o mirante que Florença ganhou em 1869

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O Piazzale Michelangelo foi projetado em 1869 pelo arquiteto florentino Giuseppe Poggi, dentro de um plano de reurbanização da cidade que incluiu a reforma das antigas muralhas, no período em que Florença foi capital da Itália recém-unificada (1865-1871). As obras do mirante começaram em 1873 e ficaram prontas dois anos depois, em 1875.

No centro da praça está uma cópia em bronze do David de Michelangelo, cercada por réplicas das quatro alegorias das Capelas Medici da Basílica de San Lorenzo — todas homenagens ao escultor que dá nome ao lugar. Poggi também projetou uma loggia neoclássica para abrigar um museu dedicado à obra de Michelangelo, que nunca chegou a existir; hoje o espaço funciona como restaurante panorâmico. Do alto do mirante, a vista alcança o centro histórico de Florença, incluindo a Ponte Vecchio, o Forte Belvedere e a cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore ao fundo.

Vista panorâmica de Florença a partir do Piazzale Michelangelo

Foto: Diego Delso, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Onde fica

  • Piazzale Michelangelo Ponto Turístico
    Piazzale Michelangelo, 50125 Firenze FI, Itália
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