Tem Café Aí Tem Café Aí Guia de destinos, sabores e histórias
📍 Dica rápida

Elephant Bar: o bar histórico do Raffles Grand Hotel d'Angkor

Kit 2 Copos de Whisky Cristal Premium (300ml)
📦 Recomendação RadarCompraKit 2 Copos de Whisky Cristal Premium (300ml)R$ 56,90Ver no RadarCompra →

Dentro do Raffles Grand Hotel d'Angkor, aberto desde 1932, o Elephant Bar guarda a maior coleção de uísques e bourbons do Camboja. O nome vem da época em que hóspedes chegavam ao hotel montados em elefantes.

Fachada do Raffles Grand Hotel d'Angkor, sede do Elephant Bar

Foto: Wikimedia Commons

(0 avaliações)

💬 Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.


Continue explorando Siem Reap


Continue lendo

Bandeira de Brasil Brasil
Bandeira de Minas Gerais Minas Gerais
📍 Dica rápida

Parque Municipal: o pulmão verde do centro de BH

Binóculo Dobrável Compacto 10x25 para Observação e Trilhas
📦 Recomendação RadarCompraBinóculo Dobrável Compacto 10x25 para Observação e TrilhasR$ 253,56Ver no RadarCompra →

Com quase 200 mil m² de área verde, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti é um respiro em meio ao centro de Belo Horizonte.

Boa pedida para uma pausa à tarde, entre lagos e árvores centenárias.

Vista do Parque Municipal Américo Renné Giannetti em Belo Horizonte

Foto: Wikimedia Commons

Onde fica

  • Parque Municipal Américo Renné Giannetti Ponto Turístico
    Avenida Afonso Pena, 1377, Centro, Belo Horizonte, Brasil
(0 avaliações)

💬 Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.


Bandeira de Brasil Brasil
Bandeira de Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Pão de Açúcar: o cartão-postal que resume o Rio de Janeiro

Vista da cidade do Rio de Janeiro a partir do Pão de Açúcar

Foto: Wilfredor / Wikimedia Commons (CC0)

Mini Binóculo Compacto Dobrável 8x21
📦 Recomendação RadarCompraMini Binóculo Compacto Dobrável 8x21R$ 207,62Ver no RadarCompra →

Poucos cartões-postais no mundo são tão reconhecíveis quanto o Pão de Açúcar. Erguendo-se a 396 metros na entrada da Baía de Guanabara, o morro de granito e gnaisse é parte da paisagem que deu ao Rio de Janeiro o título de Patrimônio Mundial da Unesco na categoria "Paisagem Cultural". De lá de cima, numa tarde de céu limpo, dá para entender em poucos minutos por que a cidade é chamada de Cidade Maravilhosa.

A subida é feita em dois trechos de bondinho. O primeiro leva os visitantes até o Morro da Urca, a 220 metros de altura, onde já é possível ter uma primeira vista privilegiada da Praia Vermelha e da entrada da baía. O segundo trecho segue até o topo do Pão de Açúcar propriamente dito. Inaugurado em 1912, o sistema de bondinhos foi um dos primeiros do gênero no mundo, idealizado pelo engenheiro Augusto Ferreira Ramos, e passou por diversas modernizações ao longo de mais de um século de operação sem nunca perder a essência.

De onde vem o nome

A origem do nome "Pão de Açúcar" divide historiadores. A versão mais repetida diz que os portugueses associaram o formato do morro aos moldes cônicos de barro usados para refinar e transportar açúcar durante o período colonial. Outra hipótese, defendida por linguistas, aponta uma origem tupi: "pau-nh-acuqua", expressão que significaria algo como "monte alto, pontudo e isolado" — uma descrição que também faz bastante sentido observando a silhueta do morro a partir do mar.

Bondinho do Pão de Açúcar em operação

O bondinho liga a Praia Vermelha ao Morro da Urca e, de lá, ao topo do Pão de Açúcar.

O que ver lá em cima

Do topo, o visitante tem uma vista de 360 graus que inclui o Cristo Redentor sobre o Corcovado, as praias de Copacabana e Ipanema, a Lagoa Rodrigo de Freitas e boa parte da orla até a Zona Sul. Também é possível avistar o Aeroporto Santos Dumont e o movimento de embarcações entrando e saindo da Baía de Guanabara. O pôr do sol é um dos momentos mais concorridos: nos dias de céu limpo, as cores sobre a baía atraem tanto turistas quanto cariocas que já subiram o morro dezenas de vezes.

O Pão de Açúcar também é um destino tradicional para a escalada. O primeiro registro de uma subida pela face rochosa data de 1817, feita pelo inglês Henry Walter Fox. Hoje a prática segue popular entre alpinistas experientes, com diversas rotas de diferentes níveis de dificuldade talhadas na rocha ao longo de mais de dois séculos.

Dicas para a visita

Vale reservar pelo menos duas horas para o passeio completo, incluindo o tempo de fila nos bondinhos, que costuma aumentar bastante no meio da manhã e no início da tarde. Ir logo na abertura ou no fim da tarde, para pegar o pôr do sol, costuma ser a melhor estratégia para fugir das multidões. No Morro da Urca há espaço para eventos, lanchonete e banheiros, então dá para fazer uma parada tranquila no meio do caminho antes de seguir para o topo.

📝 Nota do editor (Peter Goldstein): O principal ponto turístico e preferido dos cariocas e visitantes de todo o mundo.

Onde fica

  • Bondinho do Pão de Açúcar Ponto Turístico
    Av. Pasteur, 520, Urca, Rio de Janeiro - RJ, 22290-255

💬 Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.


Bandeira de Egito Egito
📍 Gizé

Pirâmides de Gizé: a única maravilha do mundo antigo que resistiu a 4.500 anos

Panorama das três grandes pirâmides do planalto de Gizé, no Egito

Foto: Wikimedia Commons

O Egito Antigo Passo a Passo
📦 Recomendação RadarCompraO Egito Antigo Passo a PassoR$ 58,25 R$ 69,90Ver no RadarCompra →

Por volta de 2560 a.C., no planalto rochoso à beira do deserto egípcio, um exército de pedreiros começou a empilhar blocos de calcário e granito que, quase quatro milênios e meio depois, ainda estariam de pé. A Grande Pirâmide de Gizé, erguida como túmulo do faraó Quéops (Khufu, na grafia egípcia), é a mais antiga das Sete Maravilhas do Mundo Antigo listadas pelos gregos — e a única que sobreviveu até hoje.

Um túmulo construído em cerca de vinte anos

A pirâmide foi erguida durante a IV dinastia egípcia, num período estimado entre dez e vinte anos. Sua altura original era de 146,59 metros; hoje mede 137,19 metros, já que perdeu o revestimento externo de calcário polido e parte do topo ao longo dos séculos. A base ocupa uma área de cerca de 53 mil metros quadrados, com os quatro lados alinhados quase perfeitamente aos pontos cardeais — um feito de agrimensura notável para uma civilização sem bússolas ou instrumentos óticos modernos.

A estrutura é formada por aproximadamente 2,3 milhões de blocos de pedra, com peso médio de 2,5 toneladas cada um — alguns blocos internos, usados nas câmaras funerárias, chegam a pesar mais de 50 toneladas. Até hoje não há consenso definitivo entre arqueólogos sobre a técnica exata usada para erguer os blocos a essa altura; rampas, alavancas e sistemas de roldanas primitivas estão entre as hipóteses mais aceitas.

Vista aproximada da Pirâmide de Quéops, a maior do complexo de Gizé

A Pirâmide de Quéops, a maior das três grandes pirâmides do planalto de Gizé.

Quem realmente ergueu as pirâmides

Por séculos, a crença popular — reforçada por relatos tardios como os do historiador grego Heródoto, que escreveu quase dois mil anos após a construção — atribuía a obra a massas de escravos chicoteados. Escavações conduzidas na década de 1990 pelos arqueólogos Zahi Hawass e Mark Lehner mudaram esse quadro ao descobrir, a poucos metros das pirâmides, uma vila de trabalhadores organizada pelo Estado egípcio. As evidências encontradas ali contam outra história:

  • Padarias, cervejarias e açougues industriais indicam que os trabalhadores recebiam rações diárias de pão, cerveja e carne bovina — uma dieta relativamente farta para o Egito Antigo.
  • Esqueletos exumados no cemitério dos operários mostram fraturas ósseas tratadas e realinhadas, evidência de que recebiam cuidados médicos.
  • Muitos eram camponeses recrutados durante a época da cheia anual do Nilo, quando os campos ficavam submersos e a mão de obra agrícola ficava disponível para o Estado.
  • Grafites deixados nas câmaras internas da pirâmide registram nomes de equipes de trabalho, como "Amigos de Quéops", sugerindo rivalidade e orgulho entre os grupos.

A Esfinge e um patrimônio da humanidade

A poucos metros da pirâmide de Quéops está a Grande Esfinge, uma escultura de 73 metros de comprimento e cerca de 20 metros de altura, esculpida a partir de um único afloramento de calcário do próprio planalto. A maioria dos egiptólogos atribui seu rosto ao faraó Quefrém, filho de Quéops e construtor da segunda maior pirâmide do complexo — que, junto com a pirâmide de Miquerinos, forma o trio que hoje define a paisagem de Gizé.

A Grande Esfinge de Gizé, esculpida em um único afloramento de calcário

A Grande Esfinge, com o corpo de leão e rosto atribuído ao faraó Quefrém.

Em 1979, a Unesco reconheceu como Patrimônio Mundial da Humanidade o conjunto formado pelas ruínas de Mênfis, antiga capital do Egito, e suas necrópoles — incluindo os monumentos de Gizé, Saqqara e Dahshur. É um reconhecimento tardio para um lugar que já era considerado antigo pelos próprios turistas da Antiguidade: quando os romanos visitavam Gizé, as pirâmides já tinham mais de 2.500 anos.

Quando a Catedral de Lincoln, na Inglaterra, ultrapassou sua altura em 1311, a Grande Pirâmide já reinava havia quase 3.800 anos como a estrutura mais alta já erguida por mãos humanas — um recorde que nenhuma outra obra da Antiguidade chegou perto de igualar.

Onde fica

  • Grande Pirâmide de Gizé (Pirâmide de Quéops) Histórico
    Necrópole de Gizé, Gizé, Egito

💬 Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.


Carregando mais destinos…