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📍 Olinda
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Pitombeira dos Quatro Cantos: o bar dentro de uma agremiação carnavalesca

A Pitombeira dos Quatro Cantos é uma tradicional agremiação carnavalesca de Olinda, fundada em 1947. Na sede, no bairro do Carmo, funciona um bar frequentado por moradores e visitantes, com ensaios de orquestra e memórias do carnaval nas paredes.

Fachada do bar da Pitombeira dos Quatro Cantos em Olinda

Foto: Wikimedia Commons

Onde fica

  • Pitombeira dos Quatro Cantos Bar
    Rua 27 de Janeiro, 128, Carmo, Olinda, PE
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Dique de Cabedelo: onde o rio encontra o mar

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Ponto onde o rio Paraíba encontra o oceano, ótimo pra passeio de barco e pôr do sol. Fica a caminho de Cabedelo, cerca de 18 km do centro de João Pessoa.

Pôr do sol na região do Dique de Cabedelo, Paraíba

Foto: Wikimedia Commons

📝 Nota do editor (Peter Goldstein): Se der sorte, vai ver até golfinhos. [foto sem procedência: origem não registrada pela ingestão antiga, sem correspondente no Commons e sem autor na EXIF — precisa ser re-obtida ou removida]

Onde fica

  • Dique de Cabedelo Ponto Turístico
    Dique de Cabedelo, PB
5,0 (1 avaliação)

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The Dead Rabbit: coquetelaria premiada no Financial District

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O The Dead Rabbit é um dos bares mais premiados do mundo, com coquetéis autorais e ambiente que remete aos pubs irlandeses antigos de Nova York.

Interior do bar The Dead Rabbit em Nova York

Foto: Wikimedia Commons

📝 Nota do editor (Peter Goldstein): [foto sem procedência: origem não registrada pela ingestão antiga, sem correspondente no Commons e sem autor na EXIF — precisa ser re-obtida ou removida]

Onde fica

  • The Dead Rabbit Bar
    The Dead Rabbit, 30 Water Street, Nova York, Estados Unidos
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📍 Quioto

Kinkaku-ji: o templo de ouro que um monge incendiou por obsessão com sua própria beleza

Kinkaku-ji, o Pavilhão Dourado, em Quioto

Foto: Nacaru / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O Pavilhão Dourado
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Em 1397, o xógum aposentado Ashikaga Yoshimitsu comprou uma antiga vila de campo da família Saionji, no sopé das colinas de Kitayama, ao norte de Quioto. Ele a transformou em residência de retiro e mandou revestir os dois andares superiores de um pavilhão à beira de um lago com folhas de ouro. Quando Yoshimitsu morreu, em 1408, seu testamento determinou que a propriedade virasse um templo zen — e foi assim que o Kinkaku-ji, oficialmente chamado Rokuon-ji, nasceu.

Um pavilhão sobre um lago-espelho

O prédio tem três andares, cada um num estilo arquitetônico diferente: o térreo segue a arquitetura residencial do período Heian, o segundo andar imita um santuário samurai, e o terceiro segue o estilo de um templo zen chinês, coroado por uma fênix dourada. Os dois andares superiores são cobertos por folhas de ouro, e o conjunto se reflete no Kyoko-chi, o "lago-espelho" que cerca o pavilhão — um projeto paisagístico decorado com ilhotas e pedras dispostas para representar lendas budistas e taoistas.

Kinkaku-ji refletido no lago Kyoko-chi

O pavilhão dourado refletido no Kyoko-chi, o "lago-espelho" que o cerca.

O incêndio de 1950

Em 2 de julho de 1950, um monge noviço de 21 anos chamado Hayashi Yoken ateou fogo ao pavilhão, destruindo a estrutura original — construída havia mais de 550 anos — e uma estátua de Yoshimitsu guardada dentro dela. Investigações posteriores revelaram que o motivo não foi político nem religioso: Hayashi, segundo relatos, vinha alimentando uma obsessão psicológica com a beleza do templo, a ponto de considerá-la uma afronta insuportável num mundo imperfeito. Ele tentou se matar logo depois do incêndio e foi condenado a sete anos de prisão em dezembro daquele ano, mas foi solto antes do fim da pena por causa de tuberculose e problemas mentais graves; morreu poucos anos depois.

A reconstrução e o romance que ela inspirou

O pavilhão foi reconstruído entre 1952 e 1955, como uma réplica fiel da estrutura original — com uma diferença: a camada de ouro aplicada na reforma de 1955 é, segundo registros do templo, cerca de cinco vezes mais espessa que a original, o que faz o Kinkaku-ji atual brilhar mais do que o que Yoshimitsu conheceu no século 14. O incêndio e a psicologia por trás dele inspiraram o escritor Yukio Mishima a escrever o romance "O Pavilhão de Ouro" (1956), uma de suas obras mais conhecidas fora do Japão. Hoje o templo integra a lista de Monumentos Históricos da Antiga Quioto, reconhecida pela Unesco como Patrimônio Mundial em 1994.

Perguntas frequentes

O prédio que se vê hoje é o original?
Não. É uma reconstrução de 1955, feita após o incêndio de 1950 que destruiu a estrutura erguida no século 14.

Dá para entrar no pavilhão?
Não — a visitação é externa, ao longo de um caminho que circula o lago e os jardins, sem acesso ao interior do prédio.

Referências

Este texto é da redação do Tem Café Aí. Abaixo, onde conferir os dados do lugar e de onde vem a foto — não é a origem do texto, é onde você pode se aprofundar.

Kinkaku-ji — Wikipédia

Foto: Nacaru / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0).

Onde fica

  • Kinkaku-ji (Rokuon-ji) Ponto Turístico
    1 Kinkakuji-cho, Kita-ku, Kyoto 603-8361, Japão

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